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Nos anos 90, Matthias Vriens-Mcgrath – fotógrafo e provocador, foi um dos fundadores da revista Dutch, uma publicação que influenciou a maneira como analisaríamos as revistas. Nas próximas décadas. Foi quando eu tomei consciência de seu poder de provocar” – Diane Pernet, guru francesa de estilo.

Nascido e criado em Amsterdã, na Holanda, Matthias foi educado como bailarino clássico. Uma fratura na perna fez da dança uma carreira de curta duração, de modo que ele se voltou para o mundo do design e da publicação.

Ao se mudar para Paris em 1992, começou a colaborar com a revista Dutch, tornando-se seu diretor criativo e editor-chefe.

Sob sua direção, a Dutch deixou de ser uma revista local escrita em holandês para uma bíblia de estilo internacional publicada em inglês, apoiada pelos principais anunciantes da moda. Tom Ford disse que Dutch era sua revista favorita dos anos 90.

A provocação, sempre feita com senso de humor e elegância, foi uma das chaves do sucesso da Dutch, incluindo a famosa naked issue, onde a única moda visível eram os próprios créditos da marca.

Em 1999, Vriens-Mcgrath tornou-se diretor de criação mundial de Giorgio Armani e, um ano depois, foi nomeado diretor de arte sênior do grupo Gucci.

Enquanto trabalhava como diretor de arte, Matthias descobriu sua paixão pela fotografia e mudou-se para Nova York, produzindo editoriais para i-D, The Face, Vogue Hommes International, New York Times, Interview, Numero e Numero Homme.

Matthias também é colaborador da Masses Magazine, que a gente ama e indica.

/dei a elza no Matthias + The Culture Crush